Hoje em dia tudo está muito mudado, os empresários e empresárias pararam de procurar profissionais de roupa social e passaram a procurar profissionais mais dedicados em trabalhar e estudar mais e mais para melhorar esse trabalho sem dar muita importância com a forma de trabalho. Tudo isso, é claro, mantendo um pouco de formalidade mesmo não sendo de forma excessiva.
Os cargos mais procurados são os públicos, cargos que precisam de uma mínima aprendizagem constante e uma personalidade específica para cada. É esperado que essa aprendizagem se torne um desejo de crescimento profissional e isso é um diferencial que as organizações publicas tem das organizações privadas porque organizações publicas precisam construir o seu próprio capital intelectual, ou seja, criar o seu próprio meio de informação e conhecimento. É possível ter cargos modelo na organização publica e para isso é preciso que se tenha um gestor que gerencie como um líder os seus auxiliares dando também um certo espaço para que esses que tem em comum o mesmo objetivo de trabalho possam ter liberdade de expressar a sua total criatividade e inovação no seu ambiente de trabalho.
Há quem diga que há uma necessidade da troca do modelo burocrático pelo modelo gerencial, porem nem tudo verdade. Existem prós e contras dos dois modelos, de um lado necessitamos que o modelo dos burocratas seja deixado de lado para que haja uma certa flexibilidade e por outro lado não se deve ser deixado de um todo o modelo burocrático, pois o modelo gerencial não impõe à legalidade, o profissionalismo, a impessoalidade entre outros características da burocracia. Para um acordo total das partes envolvidas deve haver um modelo que inclua a parte boa dos dois modelos, ou seja, um modelo que seja as vezes um tanto liberal, mas não deixando de lado o profissionalismo preciso nesse tipo de administração. Modelo esse que mantenha o seu total foco nas “pendencias” da sociedade gesticulada.
Texto escrito pela aluna de Administração Publica da Universidade Federal de Lavras, Kátia Morais.

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